Miriam de Sousa

Gostava de escrever que o que tem vindo a acontecer ao Mamadou é surrealista, mas, uma vez que é demasiado real, escrevo antes: na expectativa de que o amanhã não seja tragicamente repetitivo, quero solidarizar-me com o Mamadou e juntar a minha a todas as vozes que aqui e em todas as partes não se deixam demover pelas injustiças, pelo racismo e pelos discursos de ódio, e que comprovam que desta vez pode e vai ser diferente. 

Miriam de Sousa
investigadora