Maria Teixeira Barbosa

Muito obrigada, Mamadou.
Muito obrigada pela resistência, muito obrigada pela coragem, muito obrigada por não esquecer, muito obrigada por estar com todos nós.

Muito obrigada por distinguir sempre muito bem o sítio dos “humilhados e ofendidos”.

“Numa casa apertada até os pensamentos se estreitam”. Muito obrigada, Mamadou, por nos ajudar a alargar o horizonte do nosso pensamento.

Maria Teixeira Barbosa
técnica dos serviços prisionais