Tatiana Moutinho

Creio não ser injusta, nem desonesta, ao escrever que foi, e é, com o Mamadou que muito aprendi, e aprendo, acerca do racismo e do significado da luta-antiracista.

Creio não ser injusta, nem desonesta, ao escrever que o Mamadou representa um exemplo de coragem, fibra, assertividade, combate e rectidão.

Creio não ser injusta, nem desonesta, ao escrever (emprestado) que “o que é preciso é ser gente” e “gente com dente”, como o Mamadou.

Creio ser justa e honesta ao escrever que o país que me calhou em nascimento tornou-se num sítio melhor porque o Mamadou o escolheu.

Mamadou fica!

Tatiana Moutinho
bioquímica